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Portugal vai reabrir bares e casas noturnas no dia 14 de janeiro

As casas noturnas e bares em Portugal,fechadas desde o dia 25 de dezembro, poderão reabrir no dia 14 de janeiro. Para entrada nos estabelecimentos, continuará sendo necessário um teste negativo para a Covid-19, mesmo no caso das pessoas vacinadas. As informações foram anunciadas pelo primeiro-ministro, António Costa, após reunião do Conselho de Ministros nesta quinta-feira (6).


A partir do mesmo dia, o trabalho remoto deixa de ser obrigatório, embora continue sendo recomendado pelo governo. As aulas também serão retomadas na próxima segunda-feira (10), conforme o calendário que estava previsto inicialmente. Costa ressaltou que, duas semanas após o reinício do ano letivo, será realizada a testagem dos profissionais que atuam nas creches e escolas do país.


Ao mesmo tempo, vai ser mantida a obrigatoriedade do certificado de vacinação, recuperação ou teste para entrada em restaurantes, academias, hotéis, espetáculos culturais e eventos com lugares marcados. Também continuará sendo proibido o consumo de bebidas alcoólicas nas vias públicas de Portugal.


Nos estabelecimentos comerciais, a lotação será de uma pessoa a cada cinco metros quadrados e voltará a ser permitido realizar promoções, conhecidas em Portugal como “saldos”, que ocorrem tradicionalmente após o Natal.




90% dos casos são da nova variante


Atualmente, a variante Ômicron já é responsável por 90% dos casos confirmados de Covid-19 em Portugal, segundo especialistas ouvidos pelo governo na quarta-feira (5). No entanto, de acordo com António Costa, o número de óbitos e hospitalizações permanece abaixo do mesmo período do ano passado, quando a campanha de vacinação estava no início: “Podemos avançar, mas com cautela”, declarou o líder do país.

Nas últimas 24 horas, o país teve 39.074 novos casos confirmados da doença, além de 25 óbitos, 66 a menos do que a mesma data em 2020. Estão hospitalizadas 1.311 pessoas e 158 sob cuidados intensivos. Há exatamente um ano, o número de pacientes graves era três vezes maior, com 513 internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e duas vezes mais hospitalizações em leitos normais, que, na época, eram de 3.239.






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