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Roma proíbe piqueniques em diversas áreas na tentativa de prevenir ataques de javalis

Atualmente, cerca de 23 mil javalis vivem em Roma e em seus arredores. Governo também discute "plano de abate" para reduzir o número desses animais.



Em grande parte do norte de Roma, capital italiana, os piqueniques em parques e áreas abertas estão proibidos até que as autoridades de saúde possam conter a população de javalis. Medida foi tomada após peste suína africana ser detectada em um animal morto.


A peste suína africana, um vírus que é mortal para porcos e javalis, mas inofensivo para humanos, foi encontrado em um javali morto na Reserva Natural Insugherata. Foi o primeiro caso em Roma desde que a doença foi detectada na região norte do Piemonte em janeiro, levando o governo a criar uma autoridade sanitária especial para tomar medidas que detenham a doença.


As "zonas vermelhas" anti-javalis afetadas de Roma estão localizadas ao norte e noroeste da capital italiana, incluindo áreas próximas à Cidade do Vaticano. Além das proibições, as lixeiras dessas áreas também foram cercadas para não atrair os animais.

Atualmente, cerca de 23 mil javalis vivem em Roma e em seus arredores, segundo estimativas da associação de agricultores Coldiretti. Esses animais costumam ser vistos em parques, caminhando por estradas e trilhas ou procurando comida em lixeiras, principalmente em bairros da zona norte da cidade.


Após uma série de ataques de javalis, moradores de vários bairros impuseram um "toque de recolher" noturno. Em um desses ataques, uma mulher, Marta Santangelo, sofreu ferimentos leves após ser pisoteada no chão por um javali e de acordo com seu relado, não ocorreu nada pior, pois foi defendida por seu cachorro.


Roberto Speranza, O Ministro da Saúde italiano, informou que a situação receberá "a maior atenção possível". Já o subsecretário do ministério, Andrea Costa, disse que o governo também está discutindo um "plano de abate" para reduzir o número de javalis.


“Respeito as sensibilidades dos ativistas dos direitos dos animais e ambientalistas, mas estamos enfrentando uma emergência e isso deve ser tratado com medidas de emergência”, disse o subsecretário à emissora italiana, Rai.



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